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quinta-feira, 14 de maio de 2015

DE UM JEITO PECULIAR ELA ME AMOU


Cansado eu só pensava em tomar um banho rápido e me jogar na cama. Nem a adrenalina de um dia estafante e corrido encorajavam a qualquer outro pensamento que não fosse apagar na cama. E quando lembrava que acordaria madrugada para outro dia de trabalho era essa ideia a mais correta e prudente.

Cheguei a casa e corri para o quarto a fim de dar cumprimento, mas ela tinha outras intenções para a noite. Não retrucou sobre meu cansaço declarado limitando-se a dizer:

- Deixe que te ajude a tirar essa roupa. – O meu estado por si só permitia que ela agisse.

Tão logo despido me conduziu ao banho, e por mais comum que fossem as próximas cenas, era inusitado para mim. Não era tomar banho juntos, ela queria me dar banho. Abriu o registro de chuveiro, tomou uma bucha vegetal e iniciou a lavagem. Percorria meu corpo com tanta diligência e cuidado que eu quase durmo em pé. Uma massagem com a bucha e a outra mão ensaboando. Sentia um tesão enorme e isso acendia meu desejo. Entretanto não era esse o caso. Era amor transformado em cuidado. Penso que agora entendo o que sentiu Jesus quando Maria Madalena, em tom erótico, massageou o carpinteiro com óleo e depois secou com os cabelos o nazareno.

Sentia cada percorrer; não havia canto que não fosse tocado. As sensações eram amplificadas pelo aliviar do cansaço. Ensaboado e lavado pela bucha era hora do enxaguar. As suas mãos, sem pressa alguma, ajudavam a água na remoção da espuma do sabonete. A água fria não incomodava nem um pouco. Meu pênis ereto era desprezado pelo fim a que estava destinado aquele banho.

Livre da espuma eu tive o corpo atendido pela toalha. Eu apenas olhava para ela. Ela pouco falava e limitava-se a conduzir; era dela aquele momento. Ela se apresentava como companheira que cuida.

Concluída essa etapa fui colocado deitado na cama. O ar condicionado deixava a noite quente mais amena. O silêncio não trazia nenhum incomodo. Uma toalha cobria cintura e coxas. Os pés livres agora recebiam a atenção dela que, usando tesoura e alicate, fazia a assepsia que há muito necessitava. Resmungava algumas bobagens como quem indicava um “não querer querendo”. Ela não estava nem aí...

A tesoura ainda prestaria outros serviços. Cabelos na orelha, narinas, região púbica, iam sendo dizimados. Uma limpeza ímpar. Enquanto imaginava o que sucederia, pensando em uma transa deliciosa, eu adormeci. Deitado nu, de papo para cima, eu apaguei.

Quando na madrugada ainda escura em despertei, o sol em mim brilhava como nunca antes havia brilhado. A meu lado ela adormecida, serena, não desconfiava as marcas que eu levaria dali quanto àquela noite. De um jeito peculiar ela me amou!

OZEAS CB RAMOS

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

COMO ESQUECER?




Como esquecer
a primeira vez que meu pau
roçou tua vulva?

Deitada, sem calcinha,
pernas entreabertas,
tua buceta molhada

E tua voz trêmula
dizendo-me: vem!

Naquele instante eu te quis
para sempre,

até amanhã...


OZEAS RAMOS
@ozeascbr

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

É DESEJO INSANO




É DESEJO INSANO

Não me dês teu coração
Não saberia o que fazer
Pois amo apenas teu corpo
Teu sexo
Tocar-te excita-me a alma!
É desejo insano.
Incontrolável querer.

OZEAS RAMOS
ozeascbr@gmail.com

segunda-feira, 24 de junho de 2013

NOSSO SEXO

Olhar que atrai
Um desejo incontido
Línguas que se tocam
Lábios que se beijam
Frenesi impulsivo
Braços que se atracam
Sem que haja luta
É só querer
Pernas que se cruzam
Pés que se acariciam
Penetrar que te encontra
É você quem me recebe
Peito a peito
Silêncio e sons
Quietude e movimentos
Êxtase e gozo
Segredo prazenteiro
Refestelar e sorrir.

OZEAS RAMOS

Ozeas Ramos

sexta-feira, 1 de março de 2013

APRECIE SEM MODERAÇÃO

Sugiro que leiam antes, o poema de Mário Quintana (http://rascunho1966.blogspot.com.br/2013/02/sublime-criacao.html).
Se ele pode...

Imagem da Net.

 APRECIE SEM MODERAÇÃO

Dizem que mulheres apreciam os doces e homens os salgados.

Para mudar essa preferência masculina, sugiro criarem um doce
e nominá-lo: doce de buceta!


Adoro doces: Cocada, pudim (de leite moça), pé de moça. E por que não doce de buceta?


Esse deverá ser:
Sempre encorpado. Tons do avermelhado ao rosa. De sabor e aroma marcantes. 


Não levaria canela nem cravo. Após preparo deverá ser deixado sempre em local fresco e arejado. Não se deve armazenar por muitos dias. Fica bem em qualquer tamanho.

Mesmo que tenha alguma acidez, poderá ser consumido após cada refeição. Mas nada impediria que se degustasse também antes de dormir.


Consumido com frequência, ajudaria na perda de peso e controle do humor. Pode ser acompanhado com vinho tinto ou licor, devendo ser apreciado sem pressa e sem moderação.


A amiga pode preparar que eu aceito convite para ir comer seu docinho. E caso o amigo tenha em casa e não aprecie, pode me convidar para comer, e me acompanhar, sem problemas, no cafezinho.


Fica a sugestão.


OZEAS CB RAMOSwww.facebook.com/rascunho1966

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

SUBLIME CRIAÇÃO

Carnaval PODE. Demais dias? Também!
Querida por uns. Odiada por outros...
E por mim: AAAMMMAAADDDAAA.



A CRIAÇÃO DA XOXOTA - por MARIO QUINTANA

Sete bons homens de fino saber
Criaram a xoxota, como pode se ver:
Chegando na frente, veio um açougueiro.
Com faca afiada deu talho certeiro
Um bom marceneiro, com dedicação.
Fez furo no centro com malho e formão
Em terceiro o alfaiate, capaz e moderno.
Forrou com veludo o lado interno
Um bom caçador, chegando na hora.
Forrou com raposa, a parte de fora.
Em quinto chegou, sagaz pescador.
Esfregando um peixe, deu-lhe o odor.
Em sexto, o bom padre da igreja daqui.
Benzeu-a dizendo: 'É só pra xixi!'.
Por fim o marujo, zarolho e perneta.
Chupou-a, fodeu-a e chamou-a...
Buceta!



Leia também: APRECIE SEM MODERAÇÃO por Ozeas Ramos
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