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sábado, 9 de abril de 2016

domingo, 28 de fevereiro de 2016

SERIA ABSURDO SE NÃO FOSSE NO BRASIL...


CLIQUE E LEIA A MATÉRIA

http://www.dn.pt/sociedade/interior/literatura-portuguesa-deixa-de-ser-obrigatoria-no-brasil-5039149.html

SERIA ABSURDO SE NÃO FOSSE NO BRASIL...


Pode vir travestido de quaisquer porquês, imbuídos de tantos sentidos, todos bons ou ruins. Pode não faltar ideias e muito menos ciências nesses propósitos... Mas ele é tão absurdo, tão sem "noção" que a gente aqui, pobres e reles mortais sem a vênia do conhecimento desses ilustres, ficamos a "pensaire": Oh! portuga, a piada da vez somos nós!!!

Esses "ilustres" agem como se dizia:

- Deixa, deixa por apenas a cabecinha... não vou meter toda e vou gozar fora!

Com esses argumentos vão encaixando as suas "inovadoras" descobertas de cunho científico. Umas a gente berra e eles recuam. Outras de tanto insistirem deixamos passar sem a crítica correspondente.

Para esse e outros absurdos o correto mesmo é ser ANACRÔNICO.

Ao final da matéria há uma alusão ao Policarpo Quaresma: saporra deveríamos aprender e falar o guarani... Com tantos idiotas atuais ressuscitamos até os mortos ficcionais...


OZEAS CB RAMOS
www.rascunho1966.blogspot.com.br

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

ENTREVISTA - Sociedade brasileira: violência e autoritarismo por todos os lados - Revista Cult

Sociedade brasileira: violência e autoritarismo por todos os lados - Revista Cult: A filósofa Marilena Chaui analisa a situação política e econômica brasileira e comenta a ocupação das escolas paulistas.


Foto da matéria. Por Bob Souza


Entrevista que demonstra como uma pessoa de boa índole, séria, inteligente, vai da expectativa gerada pelo idealismo socialista vivido anos atrás à sandice de um discurso vazio, microcefálico, grotesco. Discurso que só não é ingênuo dadas as características citadas e reconhecidas acima.

O país destruído em tudo! e esses pseudo-intelectuais de esquerda seguem com o mesmo blá blá blá (hoje em dia se diz mimimi).

Vejamos o que dizem:


  • A situação é mundial;
  • a direita é fascista;
  • toda a luta é neoliberal;
  • a classe burguesa quer destruir conquistas dos mais pobres e da atual classe média;
  • a mídia reforça a tentativa de golpe;
  • e se esse "golpe" vier a cabo haverá uma convulsão social sem precedentes...


Essa gente sofre também de visão distorcida da realidade. Enxergam o mundo como se ainda o projeto comandando pelo partido no poder ainda estivesse no campo ideológico. Como se o aparelhamento do Estado e de suas instituições ainda não existisse de fato e a corrupção não houvesse ganhado forma e proporção nesses últimos 13/14 anos. E, finalmente, como se a práxis da Teologia da Libertação fosse a única maneira de resolver os anseios dos cristãos e pobres dessa terra e a luta entre as classes fosse o problema a ser resolvido... Para eles o mundo ainda é belo e será mais ainda com os postulados socialistas, de esquerda, etc, etc, etc. O mundo ruiu (ao menos o nosso) e alguns não conseguem ainda perceber.

Nossa sociedade vive uma efervescência sem precedentes. Uma revolução geral e irrestrita, onde todos os valores são questionados - todos simultaneamente. O momento atual é tão espectral e difuso que não será com esse pensamento unilateral, de discurso político pré concebido que o país encontrará seu rumo e identidade.

Sim! Nosso país necessita reescrever a sua identidade enquanto nação. O período militar, a conquista da democracia, as conquistas sociais iniciais, o fundo do poço atual, geraram uma crise de identidade. E isso é um dos itens que haveremos de escrever (criar) para as novas e futuras gerações. Um novo Brasil. Esse vivido e experimentado até aqui morreu, servindo apenas como ponto de partida e aprendizado. E essa gente toda, esses atores todos que estão no poder e dele se locupletam forem extirpados da vida política.

Por hora, somos o que sempre fomos: O país do futuro. Mas qual futuro? Não esse implementado por essa geração representada pela digníssima entrevistada.


OZEAS CB RAMOS

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

domingo, 31 de janeiro de 2016

MICROCEFALIA uma discussão sobre o aborto

 Microcefalia reabre discussão sobre aborto no Brasil

Microcefalia reabre discussão sobre aborto no Brasil


Link para a matéria:
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/01/160131_entenda_aborto_microcefalia_ss_lab?post_id=1035582819837301_1035582813170635#share-tools


Mais uma vez o aborto volta ao palco. E como em outros temas polêmicos é preciso ouvir o outro lado.


Em meu pensamento há uma divergência, imagine em uma nação...

Sou contra o aborto. Não por fazer uma divinização da vida... Ainda mais por ver que um deus (qualquer deus desses tantos que foram criados à imagem e semelhança do homem) arquétipo de bondade e sustentação da vida, que "permite" essa desgraça (dentre tantas outras) generalizarem.

Sou contrário, como sou contrário a pena de morte, porque a vida por si só cuidará de cada vivente. Isso é natural. Assim deve ser. Vida e morte é algo natural à vida.

Sou contrário ao aborto, esse aborto do arrependimento tardio de quem tendo a consciência das consequências que seguem um ato sexual, desprezam essa consciência puramente pelo prazer imediato. Trepou cidadão? Engravidou? Cuide. Crie a sua cria. Simples assim.

Agora...
Tem essas situações que a ciência permite prever e antecipar destinos. Como no caso dos fetos acéfalos, já objeto de resolução no STF. Sem a divinização é preciso tratar desse assunto com maturidade. Aqui meu pensamento entra em divergência: eu também gostaria que a mulher, nesses casos de diagnóstico em que uma doença da gravidade dessas citadas, seja ela uma parte importante a ser ouvida e que essa tenha a opinião ouvida e se for o caso respeitada.

É polêmica essa proposta, mas deve-se ter coragem em discutir.

(Só peço encarecidamente que em seu comentário de crítica, sugestão ou de alinhamento de pensamento, que você não venha me falar numa desgraça de um deus - qualquer deus!). A fé sendo sua, guarde-a como um tesouro. Isso não me interessa!

Assunto aqui é vida, morte. Coisas naturais.

Concluo meu devaneio com um comentário da net:
"As vezes, escolher a vida, nada mais é que simplesmente escolher uma forma mais dolorosa, sofrida e demorada de morrer". SABRINA.


OZEAS CB RAMOS

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

POR QUE LITERATURA NACIONAL




"A cachorra Baleia estava para morrer".




Por que se deve ler clássicos da literatura? Digo, clássicos da literatura nacional, brasileiríssima, da terra...???
Leia o nono capítulo* do livro Vidas secas - Graciliano Ramos, capítulo sobre a "cachorra Baleia" (cachorra mesmo e com B maiúsculo)... e, se você não captar o porque ler nossa literatura como prioridade, se você não ficar impactado pela beleza da nossa escrita e narrativa, se você terminar o capítulo que é curtíssimo e não sentir um orgulho desgraçado de ser brasileiro, se você não sentir vontade compulsiva por ler todo o livro...

...


OZEAS CB RAMOS

www.rascunho1966.blogspot.com.br




*
BALEIA



A cachorra Baleia estava para morrer. Tinha emagrecido, o pêlo caíra-lhe em vários pontos, as costelas avultavam num fundo róseo, onde manchas escuras supuravam e sangravam, cobertas de moscas. As chagas da boca e a inchação dos beiços dificultavam-lhe a comida e a bebida.

Por isso Fabiano imaginara que ela estivesse com um princípio de hidrofobia e amarrara-lhe no pescoço um rosário de sabugos de milho queimados. Mas Baleia, sempre de mal a pior, roçava-se nas estacas do curral ou metia-se no mato, impaciente, enxotava os mosquitos sacudindo as orelhas murchas, agitando a cauda pelada e curta, grossa nas base, cheia de moscas, semelhante a uma cauda de cascavel.

Então Fabiano resolveu matá-la. Foi buscar a espingarda de pederneira, lixou-a, limpou-a com o saca-trapo e fez tenção de carregá-la bem para a cachorra não sofrer muito.

Sinhá Vitória fechou-se na camarinha, rebocando os meninos assustados, que adivinhavam desgraça e não se cansavam de repetir a mesma pergunta:

- Vão bulir com a Baleia?

Tinham visto o chumbeiro e o polvarinho, os modos de Fabiano afligiam-nos, davam-lhes a suspeita de que Baleia corria perigo.

Ela era como uma pessoa da família: brincavam juntos os três, para bem dizer não se diferenciavam, rebolavam na areia do rio e no estrume fofo que ia subindo, ameaçava cobrir o chiqueiro das cabras.

Quiseram mexer na taramela e abrir a porta, mas sinhá vitória levou-os para a cama de varas, deitou-os e esforçou-se por tapar-lhes os ouvidos: prendeu a cabeça do mais velho entre as coxas e espalmou as mãos nas orelhas do segundo. Como os pequenos resistissem, aperreou-­se e tratou de subjugá-los, resmungando com energia.

Ela também tinha o coração pesado, mas resignava-se: naturalmente a decisão de Fabiano era necessária e justa. Pobre da Baleia. 

Escutou, ouviu o rumor do chumbo que se derramava no cano da arma, as pancadas surdas da vareta na bucha. Suspirou. Coitadinha da Baleia.

Os meninos começaram a gritar e a espernear. E como sinhá Vitória tinha relaxado os músculos, deixou escapar o mais taludo e soltou uma praga: 

- Capeta excomungado.

Na luta que travou para segurar de novo o filho rebelde, zangou-se de verdade. Safadinho. Atirou um cocorote ao crânio enrolado na coberta vermelha e na saia de ramagens.

Pouco a pouco a cólera diminuiu, e sinhá Vitória, embalando as crianças, enjoou-se da cadela achacada, gargarejou muxoxos e nomes feios. Bicho nojento, babão. Inconveniência deixar cachorro doido solto em casa. Mas compreendia que estava sendo severa demais, achava difícil Baleia endoidecer e lamentava que o marido não houvesse esperado mais um dia para ver se realmente a execução era indispensável.

Nesse momento Fabiano andava no copiar, batendo castanholas com os dedos. Sinhá Vitória encolheu o pescoço e tentou encostar os ombros às orelhas. Como isto era impossível, levantou um pedaço da cabeça.

Fabiano percorreu o alpendre, olhando as barúna e as porteiras, açulando um cão invisível contra animais invisíveis:

-Ecô! ecô!

Em seguida entrou na sala, atravessou o corredor e chegou à janela baixa da cozinha. Examinou o terreiro, viu Baleia coçando-se a e esfregar as peladuras no pé de turco, levou a espingarda ao rosto. A cachorra espiou o dono desconfiada, enroscou-se no tronco e foi-se desviando, até ficar no outro lado da árvore, agachada e arisca, mostrando apenas as pupilas negras. Aborrecido com esta manobra, Fabiano saltou a janela, esgueirou-se ao longo da cerca do curral, deteve-se no mourão do canto e levou de novo a arma ao rosto. Como o animal estivesse de frente e não apresentasse bom alvo, adiantou-se mais alguns passos. Ao chegar às catingueiras, modificou a pontaria e puxou o gatilho. A carga alcançou os quartos de Baleia, que se pôs latir desesperadamente.

Ouvindo o tiro e os latidos, sinhá Vitória pegou-se à Virgem Maria e os meninos rolaram na caca chorando alto. Fabiano recolheu-se. 

E Baleia fugiu precipitada, rodeou o barreiro, entrou no quintalzinho da esquerda, passou rente aos craveiros e às panelas de losna, meteu-se por um buraco da cerca e ganhou o pátio, correndo em três pés. Dirigiu-se ao copiar, mas temeu encontrar Fabiano e afastou-se para o chiqueiro das cabras. Demorou-se aí por um instante, meio desorientada, saiu depois sem destino, aos pulos.

Defronte do carro de bois faltou-lhe a perna traseira. E, perdendo muito sangue, andou como gente em dois pés, arrastando com dificuldade a parte posterior do corpo. Quis recuar e esconder-se debaixo do carro, mas teve medo da roda.

Encaminhou-se aos juazeiros. Sob a raiz de um deles havia uma barroca macia e funda. Gostava de espojar-se ali: cobria-se de poeira, evitava as moscas e os mosquitos, e quando se levantava, tinha as folhas e gravetos colados às feridas, era um bicho diferente dos outros. Caiu antes de alcançar essa cova arredada. Tentou erguer-se, endireitou a cabeça e estirou as pernas dianteira, mas o resto do corpo ficou deitado de banda. Nesta posição torcida, mexeu-­se a custo, ralando as patas, cravando as unhas no chão, agarrando-se nos seixos miúdos. Afinal esmoreceu e aquietou-se junto às pedras onde os meninos jogavam cobras mortas. Uma sede horrível queimava-lhe a garganta. Procurou ver as pernas e não as distinguiu: um nevoeiro impedia-lhe a visão. Pôs-se a latir e desejou morder Fabiano. Realmente não latina: uivava baixinho, e os uivos iam diminuindo, tomavam-se quase imperceptíveis.

Como o sol a encandeasse, conseguiu adiantar-se umas polegadas e escondeu-se numa nesga de sombra que ladeava a pedra.

Olhou-se de novo, aflita. Que lhe estaria acontecendo? O nevoeiro engrossava e aproximava­se. 

Sentiu o cheiro bom dos preás que desciam do morro, mas o cheiro vinha fraco e havia nele partículas de outros viventes. Parecia que o morro se tinha distanciado muito. Arregaçou o focinho, aspirou o ar lentamente, com vontade de subir a ladeira e perseguir os preás, que pulavam e corriam em liberdade.

Começou a arquejar penosamente, fingindo ladrar. Passou a língua pelos beiços torrados e não experimentou nenhum prazer. O olfato cada vez mais se embotava: certamente os preás tinha fugido.

Esqueceu-os e de novo lhe veio o desejo de morder Fabiano, que lhe apareceu diante dos olhos meio vidrados, com um objeto esquisito na mão. Não conhecia o objeto, mas pôs-se a tremer, convencida de que ele encerrava surpresas desagradáveis. Fez um esforço para desviar-se daquilo e encolher o rabo. Cerrou as pálpebras pesadas e julgou que o rabo estava encolhido. Não poderia morder Fabiano: tinha nascido perto dele, numa camarinha, sob a cama de varas, e consumira a existência em submissão, ladrando para juntar o gado quando o vaqueiro batia palmas.

O objeto desconhecido continuava a ameaçá-la. Conteve a respiração, cobriu os dentes, espiou o inimigo por baixo das pestanas caídas. Ficou assim algum tempo, depois sossegou. Fabiano e a coisa perigosa tinham-se sumido.

Abriu os olhos a custo. Agora havia uma grande escuridão, com certeza o sol desaparecera. Os chocalhos das cabras tilintaram para os lados do rio, o fartum do chiqueiro espalhou-se pela vizinhança.

Baleia assustou-se. Que faziam aqueles animais soltos de noite? A obrigação dela era levantar-se, conduzi-los ao bebedouro. Franziu as ventas, procurando distinguir os meninos. Estranhou a ausência deles.

Não se lembrava de Fabiano. Tinha havido um desastre, mas Baleia não atribuía a esse desastre a importância em que se achava nem percebia que estava livre de responsabilidades.

Uma angústia apertou-lhe o pequeno coração. Precisava vigiar cabras: àquela hora cheiros de suçuarana deviam andar pelas ribanceiras, rondar as moitas afastadas. Felizmente os meninos dormiam na esteira, por baixo do caritó onde sinhá Vitória guardava o cachimbo.

Uma noite de inverno, gelada e nevoenta, cercava a criaturinha. Silêncio completo, nenhum sinal de vida nos arredores. O galo velho não cantava no poleiro, nem Fabiano roncava na cama de varas. Estes sons não interessavam Baleia, mas quando o galo batia as asas e Fabiano se virava, emanações familiares revelavam-lhe a presença deles. Agora parecia que a fazenda se tinha despovoado.

Baleia respirava depressa, a boca aberta, os queixos desgovernados, a língua pendente e insensível. Não sabia o que tinha sucedido. O estrondo, a pancada que recebera no quarto e a viagem difícil no barreiro ao fim do pátio desvaneciam-se no seu espírito.

Provavelmente estava no cozinha, entre as pedras que serviam de trempe. Antes de se deitar, sinhá Vitória retirava dali os carvões e a cinza, varria com um molho de vassourinha o chão queimado, e aquilo ficava um bom lugar para cachorro descansar. O calor afugentava as pulgas, a terra se amaciava. E, findos os cochilos, numerosos preás corriam e saltavam, um formigueiro de preás invadia a cozinha.

A tremura subia, deixava a barriga e chegava ao peito de Baleia. Do outro peito para trás era tudo insensibilidade e esquecimento. Mas o resto do corpo se arrepiava, espinhos de mandacaru penetravam na carne meio comida pela doença.

Baleia encostava a cabecinha fatigada na pedra. A pedra estava fria, certamente sinhá Vitória tinha deixado o fogo apagar-se muito cedo.

Baleia queria dormir. Acordaria feliz, num mundo cheio de preás. E lamberia as mãos de Fabiano, um Fabiano enorme. As crianças se espojariam com ela, rolariam com ela num pátio enorme, num chiqueiro enorme. O mundo ficaria todo cheio de preás, gordos, enormes.

RAMOS, Graciliano. Vidas secas, 98ªed. Rio de Janeiro: Record. 2005. p. 85-91.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

E COMO EU GOSTO DESSA MISTURA






E como eu gosto dessa mistura. Café seja lá onde/como ele foi passado, conquanto tenha sido "na hora" e um bom livro...



Companhias nessa noite quase solitária!
Vai ficar faltando para um grand finale: um dedo de boa prosa e...




OZEAS CB RAMOS
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

IN CENA


IN CENA


Muitos atores
em um teatro vazio.
A Esperança é
Merda in cena.


OZEAS CB RAMOS

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

#POEMA



#poema


Que um poema te encontre
E te faça feliz!

Agora vá...
Pois pé que não anda não leva topadas. 


OZEAS CB RAMOS
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

ANTIGAMENTE, EDUCAÇÃO ERA DE BERÇO



ANTIGAMENTE, EDUCAÇÃO ERA DE BERÇO


Semana passada uma criança de 2 anos, isso mesmo dois anos, recusou usar o cinto de segurança em um avião que faria a rota Brasília-São Paulo. A partida ficou com um atraso de 45 minutos até que ela, uma irmã e seus pais desceram da aeronave...


Hoje é assim. Uma criança paralisa a vida de uma centena por causa do "direito" de dar sua birra.

No passado...

(É por isso que eu digo que a minha educação é de berço. Isso! De berço, ou de uma parte dele - de uma vareta do lastro!)

Em uma situação como essa narrada...
  1. Começava com um olhar daqueles que já te deixaria cabreiro. Era o chamado "rabo de olho". Só um olhar e já dava um freio de arrumação.
  2. Se não resolvesse, tomaria um "quéta" pelas pernas. Esse tapinha, hoje condenado por lei, deixava uma impressão em 3D dos dedos na parte atingida. Doía suficiente por umas duas horas...
  3. Se persistisse a birra um beliscão arranca pele e um cochicho de pé de ouvido:
    - ponha essa merda, sente e fique quieto antes que a coisa piore para seu lado.
    E, bem antes que as lágrimas e o choro surgissem...
  4. E "engula" o choro! Quando chegar em casa nós vamos nos acertar...
Mermão, o birrento paralisava!
O avião poderia seguir para a Europa que o caboclo nem sonharia em se mexer...

Para pensar...
Entre os exageros (violência) do passado e esse estado em que os pais ficam reféns.

Definitivamente, não está fácil ser pai...


OZEAS CB RAMOS
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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

O LIVRO ACABOU

O LIVRO ACABOU

Podem estudar, cientificar, psicologizar e a pwrr@... Quando termino a leitura de um livro bom eu fico P da vida. Dá uma sensação de... de sei lá!
Que dura até começar a ler outro.
Aí passa...
Será muito grave???



OZEAS CB RAMOS
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

ZAP 2 - O DIA EM QUE O BRASIL PAROU

ZAP 2


Eu encontro um amigo. Entre a felicidade do encontro, prazeres, lembranças, perguntas, felicitações, etc, ele me pede meu número de celular.

- Qual você prefere, operadora X ou Y?

- Porr@, nenhum dos dois. Tem Zap?

-Aí começa a merd@...

- Rapaz, eu não gosto desse trem. Exatamente porque me mandam imagens e vídeos que eu não suporto! Mandam mensagens e cobrarem resposta imediata. Sem falar nos grupos com tantas mensagens chegando.

- Não cara. Assim, eu só mando coisa legal. Vídeo bom, com conteúdo.

- Não! Você não entendeu. Eu não curto vídeo nenhum. Nem bom, nem meio bom...

- Entendi. Passe seu zap... O que vou mandar você vai gostar!

E no fim...

- Não tenho zap. Mas me ligue...

PS.:

Qual a graça nessas imagens???
Morrerei sem entender a piada!!!
Sem ver a graça nessas merd@s...

















Imagens da Net.


Ozeas CB Ramos
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ZAP 1 - O DIA EM QUE O BRASIL PAROU



ZAP 1


Crise econômica? Política?
PIB? Desemprego?
Fachin? STF?
Cunha? Renan?
Lava Jato? Delcídio?
Congresso? Impeachment?
Dilma? Levy?
Rebaixamento de nota? Fitch?


Porr@ nenhuma veinho... Sai dessa!
Hoje o assunto que mais interessa aos brasileiros é:

Ver memes do whatsapp... e saber quando essa "droga" vai retomar a funcionalidade!


OZEAS CB RAMOS
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SUGESTÃO PARA VENCER A CRISE



SUGESTÃO PARA VENCER A CRISE


Não está fácil para ninguém. Para todo lado tem gente atingido e reclamando dessa crise em nossos país. Aqui, para mim, não está diferente.
Olhem só.
Como a gema em um dia, a clara em outro. E a casca? Nada de jogar fora. Bato e faço farinha!

É isso aí...É guerra!!!


OZEAS CB RAMOS
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

BRASILEIRAS, BRASILEIROS



#‎POLÍTICA‬

É como um balé, uma dança bem ensaiada... Ameaçam, acusam, se defendem, parece que vão, não vão, questão de ordem, desordem, decidem, voltam atrás... E nesse jogo eles já empurraram para 2016 tudo que era importante para o país. Virá: recessos, pautas trancadas, novos discursos, novos recursos. O primeiro trimestre nada trará de novo, e todos manterão seus status enquanto o povo ó...


E a única coisa que faremos diante dos pronunciamentos de fim de ano, quando virão desejos de boas festas, será o famigerado panelaço...


Entre os poderes a brincadeira parece essa: Cantiga de roda.


"Três, três passará derradeiro ficará boi vaqueiro, boi vaqueiro da licença eu passar com meus filhos pequeninos para acabar de criar".




OZEAS CB RAMOS
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

UM MONTE DE BOSTA COM UM BESTA NO MEIO


Esse país está se transformando na República Federativa da Zona Livre dos Chifres Arreados! Uma conjuração dos infernos alinhou em nosso tempo essas preciosidades únicas:
Renan - Cunha - Aécio - Dilma - Temer - Marina - Ciro.

Acompanhei Online a Câmara votando pela chapa que analisaria o impedimento da presidenta. Quebra urnas, baderna, ofensas...

Eu queria criticar o STF, o STE, mas olhando para essa gente, tem como um juiz ser sério? Um colegiado ser sério?

Um monte de bosta com um besta no meio: O povo!


OZEAS CB RAMOS


Sem ofensas, ARREAR:
V. Pôr arreios em...

FILOSOFIA DE ALMANAQUE


FILOSOFIA DE ALMANAQUE



Se a pessoa com quem você compartilha seu mundo, traz e deixa próximo a você uma xícara com café enquanto você lê um livro integralmente concentrado, e sai sem dizer uma palavra...
Véi! Essa pessoa te ama MUITO!


Porém, se retornar trazendo uma barra de chocolate, repetir o gesto deixando a seu lado sem nada reclamar, pedir, etc...

Pare essa p#rr@ de leitura! As intenções podem não ser as piores...



domingo, 6 de dezembro de 2015

INÚTIL VIVER ASSIM

INÚTIL VIVER ASSIM


loucura absurda intemporal
em tempo de muitos loucos
muitos se matam para terem tudo
alguns morrem de fome e nada
nada muda... só endereços.

em fila colocam o dedo na ferida
do buraco do outro próximo
nu outro buraco
que é o próximo depois de si
do ser que imbele em si.

inútil viver assim
sem ver, sem sentir
descerebrado sem raiz
cujo pão não vem do chão
querendo ruminar um fim.

OZEAS CB RAMOS
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sábado, 5 de dezembro de 2015

CRISE POLÍTICA - IMPEDIMENTO JÁ.


CRISE POLÍTICA

O presidente da Câmara está sofrendo risco de (até) ser cassado no Conselho de Ética porque mentiu em uma CPI e não por supostas irregularidades em conta na Suíça.
Pois bem.

Quando assunto é o impedimento da presidenta, que também mentiu em 2014 a toda a nação sobre a realidade do estado, em especial as contas, isso não é levado em consideração pela turminha do vermelhão... Quanta gente, se soubesse da verdade em que o país se encontrava aquela época, teria dado destino diferente a seu voto... (Sorte do Aécio que herdaria uma chapa quente para administrar).

Acrescente-se as (chamadas) pedaladas Fiscais. Cuja alegação da defesa é que todos cometem ou cometeram, a despeito da lei de responsabilidade fiscal.

Não cumprir a meta fiscal em 2015 e terminar o ano com um rombo astronômico nas contas públicas. Aqui a culpa é do mercado, e coisa e tal...

É por esses e outros motivos, maucaratismo e incompetência desse DESgoverno, que ao longo dos últimos meses comprovou a sua marca através de seus aliados membros do partido, os quais uma parte da liderança, ou estão presos ou respondendo a investigações e inquéritos de toda natureza.

Eu tenho pago essa conta. E eu não aguento mais...

IMPEDIMENTO SIM! URGENTE!
Nosso país precisa voltar ao rumo. E eu não suporto esperar 2018 para que isso aconteça.

IMPEACHMENT JÁ!
Golpe é manter essa turma (termo brando) na perpetuação do poder.


OZEAS CB RAMOS

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

ALIENAÇÃO


ALIENAÇÃO

Segundo Aurélio Eletrônico:
4. Falta de consciência dos problemas políticos e sociais.

Segundo DICIO online:
Desinteresse por questões políticas ou sociais: alienação política.

Lá no planeta Terra, agora, tem um país chamado Brasil que está em pavorosa. A democracia avacalhada pelos líderes de seus principais poderes e instituições democráticas, que são acusados e/ou respondem a investigação criminal por toda sorte de desmandos tais como: corrupção, formação de quadrilha, enriquecimento ilícito, quebra de decoros, improbidades, incompetências, etc, etc, etc.


Povo estranho! Eles agem como se não fosse com eles e/ou não lhes afetasse o que fazem seus líderes e governantes. Usam um recurso que chamam de rede social em que exibem as suas vidas felizes e prósperas.
Parece que o que é importante será fazer as compras de natal e sair de férias...
Vale lembrar que a maioria até acredita que vai para o céu! Talvez seja isso. Não careçam de tanta preocupação e engajamento em questões políticas.
Deve ser...

(Sem ofender. Apenas para pensar.
Quem se omite, referenda a bagaceira política atual).


OZEAS CB RAMOS
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