terça-feira, 3 de novembro de 2015

IMPERFEITA VIVIDA


IMPERFEITA VIVIDA

A desinência que se veste de célere
E que atroz de mim se aproxima,
magnânima enfim me permita
Em qualquer canto do fausto jardim
Bem no meio de uma saudade infinita
Inda pouco antes de deixar a cena
dessa frugal e imperfeita vivida
Átimo crave com ecúleo meu peito
o que o encanto em lápide finda.


OZEAS CB RAMOS

www.rascunho1966.blogspot.com.br
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