terça-feira, 24 de março de 2015

(B) ESTEIRAS SEM FIM...


(B)ESTEIRAS SEM FIM...
#rascunho1966

Ok. Até você já percebeu e pode afirmar (com toda certeza!): Cara chato!!! Como não é novidade nenhuma essa constatação eu sigo com as minhas chatices.

Eu leio (online) ao menos três portais de notícias sempre que posso. Basta um tempinho mais livre e uma conexão disponível e corro esses canais na busca por informação.

Hoje fomos informados de mais um acidente aéreo, ocorrido nos Alpes franceses (eu não sei em que parte da França ficam esses elevados) vitimando 150 pessoas. O que sucede é a dor dos familiares que mantém esperança de encontrar sobreviventes, a busca por notícias mais precisas, e a imprensa enlouquecida e ávida por registrar com maior rapidez e exatidão o ocorrido a fim de obter maior audiência. Por aqui se diz com propriedade que: “morre o boi a bem do urubu”. E assim é nesses casos. Por si só, a vitimação de tanta gente causa espécie e com a instantaneidade da informação via internet, esse impacto logo alcança o planeta.

Minha curiosidade é pouca. Não gosto de ver cenas de desastres, corpos dilacerados, sangue por todo lado. Por mim não seriam publicadas imagens e vídeos desse tipo de conteúdo.

Aí ganha notoriedade a tal de uma caixa preta que na maioria das vezes parece que brinca de esconde-esconde. Nesse caso ela já foi encontrada. Agora virá uma série de investigações que nós nunca saberemos os resultados, a menos que um doido envolvido nessa investigação deseje revelar algo sombrio que ele descobriu a fim de ganhar algum troco. Autoridades de diversos países logo informam que irão colaborar nas buscas e na investigação. Tudo padrão. Seguido à risca em todo acidente como um protocolo.

- Já li até aqui e ainda não entendi. Onde deseja chegar? – Diria um leitor atento.

Explicarei...

Ando de saco cheio com esse besteirol da imprensa que tenta alimentar uma curiosidade desnecessária e mórbida de seus leitores. Além dos citados acima, temos ainda:

1. Vejam os maiores acidentes aéreos de todos os tempos.

2. Vejam os passageiros que não embarcaram pelos motivos mais corriqueiros e estão vivos.

3. Vejam o trajeto da aeronave até o local da queda.

Esse foco permanece até que uma nova notícia alcance maior visibilidade e importância quando aí, apenas os parentes permanecem seguindo a enxurrada de informações.

É tanta (b)esteira que essa minha aqui é apenas mais uma...



OZEAS CB RAMOS
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