sábado, 28 de fevereiro de 2015

NOVO POINT EM SÃO LUIS

Meu agradecimento a Carminha por sua atenção e informações no Espigão - São Luiz - MA.
Ela mantém um quiosque no local.
Passando por lá visite e delicie seus quitutes!!!








quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

RETICÊNCIAS



RETICÊNCIAS...

Hoje
Eu amo apenas as tuas reticências...
Deixadas em mim
Como um ponto
Parado no parágrafo.

OZEAS CB RAMOS

AS NUVENS DESSA VIDA MAOMENU (mais ou menos)...



AS NUVENS DESSA VIDA MAOMENU (mais ou menos)...

Estou ainda mais chato. Ando cheio de aforismos. Disso decorrem a todo instante um nascedouro de proposições com suas derivações e conclusões. Meu velho eu filosófico insiste em não envelhecer e nem pretende morrer antes de mim...

Porque afinal a vida não é justa. Acabo por chegar a essa conclusão. Ela é apenas do jeito que tem que ser...

Aceitar esse fato com dogmatismo não afeta quem eu sou ou o que penso dela. Ela é como uma entidade à parte da minha própria vida. Também não traz consigo a piedade que pode ser mal entendida como auto-piedade. Não depende de mim. De meu querer, vontades, desejos, sonhos... Ela É por natureza, ela É assim. Como não encontro em nenhum outro campo das angústias humanas nenhuma explicação que traga um novo olhar, prossigo então com a racionalidade meramente abstrata disso tudo. Nada há que altere esse meu pragmatismo iniludível.


Não vou arrumar minhas malas agora. Continuarei admirando as nuvens que passam por sobre a minha cabeça e olhar, alterando a cada instante a paisagem do lado de fora dessa janela. Só as nuvens conseguem entender e digerir esse meu pensar difuso!

OZEAS CB RAMOS

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

A CRISE POLÍTICA ATUAL TEM UM ÚNICO CULPADO: EU!

Abro páginas dos principais portais do país e encontro cotidianamente uma enxurrada de descalabros. É uma onda de escândalos de corrupção sem precedentes, na maioria constam “acusações infundadas” cuja verdade relativa a cada uma “virá à tona em breve”, sem falar no silêncio agora habitual dos acusados que equivale ao antigo “não tenho nada a declarar”. São tantos milhões desviados de erário público e de caixas dois, três, etc, que fico pensando no tamanho da canjica de São João que elas dariam...
Ao lado disso nascem aqueles que “nada sabem” sobre as acusações, em que pesem as “testemunhas, testemunhos, provas, documentos, etc” e que assim compartilham com os que nada sabiam de há muito, os históricos desavisados, inocentes, imaculados...
Surgiu um novo e constante personagem nesse cenário: o delator premiado. Figura única! Igualmente corrupto e corruptor que se arrepende e agora “convertido” resolve ajudar com suas informações privilegiadas.
Nasce aqui meu aforismo: A alma humana é corrupta por natureza.
Não interessa a nacionalidade, educação, religião, crença ou cruz credo. Somos assim. O freio natural para essa característica é a penalidade ao desvio social. Lei séria, justiça séria, penalização séria. É o antídoto necessário. Enquanto homem - corrupto. E se corrupto for encontrado - cadeia!
Para tanto se faz necessário JUSTIÇA. Mas não a justiça cega, partidária, midiática como essa que temos por hora.
Um ministro do STF declarou o que Supremo já está pronto para a LAVA JATO. Que bom! Pauta livre por tantos outros processos julgados, e isso permite estarem “prontos”. Como bom baiano: Me deixe viu!
O quadro geral é:
Uma pessoa corrompe. Outra pessoa é corrompida. Uma polícia limitada. Uma justiça benevolente. Um código de leis ineficaz. Um legislativo não comprometido. Um advogado perspicaz. Um julgado livre! Simples assim.
E eu pergunto: onde está o erro nesse processo acima?
A polícia reclama que prende e a justiça solta. A justiça diz que julga de acordo com os códigos vigentes. O legislativo, nosso poder criador de leis, NADA DIZ. Estão mais preocupados com as tais emendas ao orçamento que lhes dará holofotes eleitorais em sua região de origem. Não haverei de culpá-los.
Mas assim eu fico sem encontrar o culpado. Em quem colocar o peso da responsabilidade. Porém há um culpado. E como a culpa não é das estrelas... Alguém errou nesse processo todo: EU. Quando um desses “acusados” que efetivamente cometeram crimes fica livre de uma condenação e restituição à sociedade, o culpado sou EU. Que votei em um legislador que não cumpre seu papel.
Entretanto, vou adiantando: Eu não sei de nada e nem em juízo falarei. Igualmente sou “inocente” e posso provar...
A justiça é cega porque eu sou cego. O legislativo é inoperante porque eu assim o sou. E enquanto assim for, “vá em paz, eu também não te condeno”.
OZEAS CB RAMOS

domingo, 22 de fevereiro de 2015

CONVERSA DE ENAMORADOS


Ela disse: - Eu gosto de tu
Aí eu disse: - Eu também gosto.
Eu também gosto de mim! Agora somos dois...
- Palhaço!!!!
- Oxi...
- Não posso gostar de mim???

OZEAS CB RAMOS

MAIS INTERESSANTE EM SALVADOR

Apresentando o que considero mais interessante em Salvador.
(Fotos da Internet)



Veja em
http://rascunho1966.blogspot.com.br/p/salvador.html

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

TERAPIA

Experimente a terapia que há em escrever!!!


75 PALAVRAS/SIGNIFICADOS DO LIVRO IAIÁ GARCIA DE MACHADO DE ASSIS



1. ACERBA Duro; árduo; sabor áspero
2. ACOLITA Ajudante; sacristão
3. AÇULAR Incitar; estimular
4. ADEMANES Acenos, sinais, trejeitos
5. ALCOVA Quarto sem janelas; quarto de casal
6. AQUILINO Nariz adunco; lembra bico da águia
7. ARGÜIR Repreender; censurar
8. ARRABALDE Povoado; cercania
9. ASSOMOS Aparecer; indicio; sinal; zanga
10. ATONIA Falta de força
11. AVARA Flexão de avaro; avarento
12. BALDA Defeito habitual; mania
13. BORRASCOSO Vento forte e súbito com chuva
14. BROQUEL Escudo
15. CANTILENAS Cantiga suave, monótona
16. CAPUCHA Espécie de capuz
17. CHARNECA Terreno que só crescem plantas rasteiras
18. CIRCUNSPECTO Digno; sisudo
19. COMPUSCAR Contaminado; sujo
20. CONTRAFAÇÕES Falsificações de produtos, assinaturas, etc
21. DÂNDIS Homem que se veste com extremo apuro
22. DESAIROSO Falta de decoro
23. DILAÇÃO Adiamento; delonga
24. DIXE Jóia de pescoço
25. DR. PANGLOSS Personagem do romance Cândido de Voltaire
26. DÚCTIL Que se pode reduzir a fios; esticar
27. ÉGLOGA O mesmo que écogla;  poesia pastoril, bucólica
28. EMPERTIGAVA Arrumar; endireitar
29. ENLEIO Confusão; perplexidade
30. EPIGRAMA Poesia breve, picante
31. EPITALÂMIO Canto ou poema nupcial
32. ESGUELHA De soslaio; de través
33. ESPAVENTO Espanto; susto; pompa
34. FAC TOTUM Pessoa indispensável; irônico
35. FATUIDADE Vaidade; presunção
36. FOLHOS Babado para saias, colchas
37. FORCEJAR Empregar esforço; lutar
38. FORTUNA Acaso, sorte
39. FURRIEL Hierarquia militar
40. GÁRRULO Tagarela
41. HAURIR Tirar para fora; esgotar
42. ILHARGA Ilhal; partes do lombo do cavalo
43. INAÇÃO Falta de ação
44. LAIVOS Mancha; nódoa; traço
45. LANGUIDO Sem forças; fraco; debilitado
46. LESTO Ágil
47. LÍVIDA Pálida
48. LÚBRICA Lascivo
49. LÚGUBRE Sinal de morte; tristeza profunda
50. LUME Fogo; luz; fulgor
51. MAGANÃO Engraçado; jovial
52. MARIMBA Instrumento de percussão
53. NÁIADE Ninfa dos rios e das fontes
54. NECROLÓGIO Elogio a pessoas falecidas
55. NEGACEAVA Engodo; isca; recusa; negação
56. ÓBICE Obstáculo
57. OBTEMPERAR Dizer em resposta, com modéstia
58. OPÚSCULO Pequena obra escrita
59. OTOMANA Turco
60. PAMPEIRO Vento meridional da Argentina; chamado minuano
61. PARCO Econômico; sóbrio
62. PIA FRAUDE Criar situação falsa; inventar
63. PLÁCIDA Sereno, tranqüilo, brando
64. PLUMBEOS Da cor de chumbo
65. PROSÓDIA Pronuncia com a devida acentuação
66. PROTAIR Adiar; procrastinar; demorar
67. PUERIS Infância
68. REDARGÜIA Replicar argumentando
69. SERÔDIA Tardia; fora do tempo
70. SINECURA Emprego ou função que não obriga a trabalho
71. SIROCO Vento do mediterrâneo
72. SOCAPA Disfarce; manha; astucia
73. TÍLBURI Carro pequeno de duas rodas
74. VEIA Disposição; tendência
75. VIANDAS Qualquer tipo de alimento

IAIÁ GARCIA DE MACHADO DE ASSIS



Lendo Iaiá Garcia de Machado de Assis.
Algo bom e gratuito no Play Livros. 
Recomendo.
Mas reserve um bom dicionário!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

BOLA DE GUDE





BOLA DE GUDE

Quem foi criança (esqueçam o detalhe, pequeno detalhe) há mais de "enta" anos, sendo menino, pobre e morador da periferia (pwrrx) há de lembrar-se do fascínio de encontrar com um gude (bola de gude)!

Eu adorava jogar gudes. Mais que empinar arraias (pipas) e jogar um baba (futebol). E por isso apanhei e não foi pouco. Dava mais atenção ao jogo e aí caía na porrada com frequência. Mas não estava “nem aí” para as surras.
Joguei até meus doze anos e ainda hoje quando vejo... A vontade ressurge.

As ruas notadamente ainda sem asfalto facilitavam armar o jogo. Hoje é mais complicado. Sensação estranha essa: ser criança parece menos prazeroso hoje em dia.

Você podia ter duzentos gudes. Lata de leite em pó cheia delas. Bastava ver outro guri com “uma” e a competitividade falava mais alto. Ganhava e perdia com muita frequência. Os gudes corriam de mão em mão mudando de dono. E o jogo perpetuava-se entre os guris. Mais raro algumas meninas também brincavam.

Triangulo armado e a felicidade estava presente naquele mundo mais limitado. Custa pouco ser feliz. Cansei de passar o dia na molecagem do jogo. Se estivesse ganhando não saia por querer ganhar mais e quem estava perdendo não deixava ir por querer recuperar. Se estivesse perdendo não saia de jeito algum, a menos que o(s) oponente(s) ganhassem todas as suas bolas de gudes.

Há pouco Miguel encontrou um gude (foto) em uma caneca aqui em minha escrivaninha. Pela surpresa que ele fez pensei logo no paralelo que eu teria feito há mais de “enta” anos... A diferença veio depois do entusiasmo. O que demonstra a diferença entre as épocas veio na frase que usou para expressar o contentamento com o achado:

- Achei mais uma esfera do dragão!

OZEAS CB RAMOS
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